quinta-feira, dezembro 13, 2012

Beleza interior | Qual a sua marca favorita?

                                 
Oi povo chic!!!



Hoje, falar  e  refletir sobre o tema bem atual: Consumismo.


Nós que adoramos os  produtos de beleza e de estarmos sempre na moda acabamos gastando mais do que precisamos e, muitas vezes, do que podemos... Não adianta tentar se enganar! Quantas coisas estão em nossos armários que não são usadas há um tempão?!
 
achei um blog bem legal que trás dicas ótimas para nos ajudar a rever nossas atitudes,  o texto de Lara Larissa do Blog Palavras pra Beber.
 
Eu estava aqui pensando sobre o problema da riqueza, que em si nem é problema. O que fazemos com ela sim. E o que nos tornarmos tantas vezes.
 
Nem sempre estamos preparados para lidar com a prosperidade financeira. Alguns acabam pensando que o dinheiro compra tudo e que somos aquilo que temos e o que vestimos.
 
Vivemos em um mundo regido por marcas, estampas variadas, identidades diversas.
 
Ser “estiloso” é quase uma exigência. Quem não tem estilo fica para trás. Mas o que significa estilo? Para mim, estilo tem mais a ver com atitude, originalidade, personalidade do que com a reprodução impensada de modelos estabelecidos em realidades (quase sempre) distantes.
 
Certa vez, alguém quis confirmar o perfume que eu estava usando. Depois de minha ratificação, ela disse:
 
- Para mim esse seu perfume parece água. Eu só uso os importados.
 
E então começou a discorrer sobre os perfumes de sua coleção, cada um com uma marca mais famosa que a outra. Percebi que nem era a fragrância o que importava, mas o status que poderia implicar.
 
As marcas podem ser até uma opção pela qualidade, durabilidade, beleza, mas devemos nos policiar para não vivermos como marionetes da indústria da moda, escravos de um consumismo desmedido e sem sentido.
 
Esses dias, uma amiga me contou sobre sua experiência quando morava no Japão. As crianças estudavam em escola pública, usavam mochilas (que as acompanhavam da 1ª a 8ª série) e materiais escolares padrão. Os pais não poderiam deixar seus filhos na escola de carro para que não incitasse a desigualdade entre as crianças cujas famílias não possuíam automóvel.
 
Ao escutá-la, foi inevitável a comparação com a educação em nosso país. Aqui há um forte estímulo ao consumismo e à competição desde a infância. Mochilas, carros, roupas, comida têm nome e sobrenome. As “Marias Joaquinas” se proliferam e ganham a admiração e não a repulsa, como meninas chatas e soberbas.
 
Não estou tratando sobre a dicotomia capitalismo/comunismo, apenas tentando sublinhar a superficialidade de nossos tempos.
 
Ao ler uma das inúmeras biografias de Coco Chanel, alguns fatos chamaram-me a atenção. Ela foi um dos grandes ícones da moda. Depois de Chanel, a alta costura nunca mais foi a mesma. Ela inaugurou um estilo próprio, trouxe praticidade, sem tirar a classe dos modelitos. Sua marca ainda é referência para o mundo contemporâneo.
 
De moça pobre, Chanel tornou-se uma das mulheres mais ricas e influentes de seu tempo, mas no final da vida, ela se sentia vazia e sozinha.Reconhecia que o mundo do glamour não era suficiente.
 
Concordo que somos seres criativos e a moda não deixa de ser uma manifestação de arte. Por ser arte, porém, não pode impor-se como ditadura.
 
Quando adoto marcas e elas passam a estar frequentemente em meu vocabulário, como se fizessem parte de minha própria essência, devo começar a me preocupar.
 
Quem somos, afinal? Não precisamos de roupas de “grife” para nos autoafirmar. Se as usarmos, devem ser meras molduras a valorizar a importante obra de arte que somos nós.
 
Deus nos fez à sua imagem e semelhança e nos dotou de qualidades únicas e personalíssimas.
 
Ele criou cores, perfumes, texturas, personalidades bem originais. E estampou a sua marca em nós. Que seja essa marca que apareça bem forte. Que, como Paulo, possamos dizer que carregamos as marcas de Cristo em nossa vida! É a única marca que, no fim das contas, vai fazer diferença.
 
adorei as palavras, não é mesmo,  povo chic !
 

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